Blog sobre comportamento humano, características de sucesso empreendedor e gestão.

Permissão para mudar em três atos – Parte 2

Citamos no artigo anterior: “são necessários três elementos para a mudança: desejo – força fundamental no processo de mudança e melhoria pessoal; saber como provocar e produzir esta mudança e a construção da permissão em um nível inconsciente. Estas são as chaves para que a mudança ocorra de forma saudável e consiste. Permissão: esta é provavelmente a mais importante descoberta sobre processos de mudança pessoal dos últimos tempos”.

Quando falamos em mudança pessoal, estamos pensando nos resultados que desejamos para a nossa vida. Os resultados dependem das nossas escolhas e atitudes. Pergunta: como fazemos as escolhas que produzem os nossos comportamentos?

Ao nos basearmos no trabalho de Robert Dilts, hoje considerando o mais importante pesquisador e autor de mais de 20 livros sobre Programação Neurolinguística (PNL), disciplina que estuda o comportamento humano, citamos o seu trabalho sobre os Níveis Lógicos. Segundo Dilts, todo Comportamento acontece em determinado Ambiente. E este comportamento se dá em função de uma Capacidade desenvolvida através de experiências na vida. As pessoas se sentem motivadas e se permitem usar suas capacidades em função das Crenças. E as crenças que temos sobre a vida, saúde, família, amor, dinheiro, trabalho e etc. formam a nossa Identidade. Portanto,para que se possa ter determinado comportamento é necessário possuir a respectiva capacidade emocional e intelectual. E a força motivadora e que nos dá a permissão para acessarmos esta capacidade chama-se crença. Por exemplo, alguém que tem como missão dar uma palestra, por mais conhecedor do assunto, só conseguirá ter acesso a este conhecimento em seu cérebro para falar à platéia (comportamento) se estiver emocionalmente equilibrado (capacidade). Para esta pessoa sentir-se tranqüila e motivada precisará acreditar (crença) em si mesmo e na importância de sua fala. Como se pode observar é a crença que definirá um limite para o desempenho da pessoa. Uma crença limitante sobre sua capacidade ou sobre a importância da palestra, por exemplo, poderá fazer com que o palestrante sinta-se nervoso e, por conseqüência, incapaz de fazer o seu trabalho. O que definirá o resultado.

A próxima pergunta é: onde e quando formamos as nossas crenças? A maior influência recebida vem dos nossos pais ou as pessoas que nos criaram. Assim, se levarmos em conta que um adolescente – no Brasil – fica no mínimo até os 18 anos na casa dos pais compartilhando suas crenças e seus modelos de vida, temos mais de 100 mil horas de treinamento, de exposição às idéias e experiências dentro da família. Como diz Augusto Cury, psiquiatra, em seu livro “O código da Inteligência: “Estamos na era do treinamento, treina-se para praticar esportes, andar, dançar, calcular, escrever, contar histórias, encenar uma peça”. Enfim, para aprendermos algo se treina o maior tempo possível. Imagine um treinamento de mais 100 mil horas, o que é possível aprender?

As crenças podem muitas vezes se configurar na mais nefasta das prisões. Uma prisão mental que limita a nossa evolução, as mudanças que desejamos, enfim, a nossa felicidade. A próxima e mais importante pergunta é: qual é chave para nos libertamos desta prisão? Este é o assunto do próximo texto que encerra a série “Permissão para mudar, em três atos”.

Marcos Brasil Moraes, Master Trainer em PNL e Coach da Escola Livre para o
desenvolvimento humano. www.portalescolalivre.com.br

Permissão para mudar em três atos – Parte 1

Você já deve ter ouvido e lido várias vezes em sua vida em cursos, palestras, livros e outros meios onde as especialistas tentam nos ajudar a provocar uma mudança em nossas vidas:

“Tome uma atitude!”, “Aja e as coisas acontecerão” ou ainda “Atitude é tudo!”. Até mesmo marcas de materiais esportivos – como a Nike – têm lá os seus slogans do tipo: “Justo do it (apenas faça)”. Por sua vez, os meios de comunicação nos estimulam com seus heróis do esporte.

Homens e mulheres de aço batendo recordes, ultrapassando limites, enfrentando a dor e o cansaço para vencer os desafios. As revistas e jornais usam histórias de empreendedores vitoriosos que através da ação, do enfrentamento das dificuldades arriscaram tudo para vencer na vida e virar capa da Exame . Quantos cursos, seminários e workshops existem onde as pessoas são submetidas às mais excêntricas práticas e dinâmicas para que possam vivenciar situações de estresse com a promessa de que depois de todas aquelas sessões de tortura e lágrimas sairão de lá como vencedores e capazes de tomar qualquer atitude.

Atitude é fundamental. O nosso comportamento determina os nossos resultados. A pergunta que se faz necessária: como faço para ter atitude? Como fazer para mudar os comportamentos? A resposta que qualquer pessoa que tenha lido um livro sequer de auto-ajuda ou feito aquele curso histérico de fim de semana dirá é: ter desejo. Sim, é preciso desejo,

vontade, o querer. É esta a energia motora que nos dá a capacidade de movimento e ação.

Pronto. Problema resolvido. Agora, basta eu querer e as coisas vão acontecer. Aliás, algumas teorias pseudocientíficas prometem que basta querer e visualizar – única atitude necessária – e você obterá o que deseja. Não são necessários muitos anos de experiência para saber que não é assim que os resultados desejados acontecem em nossa vida. Desde criança aprendemos que só desejar não é o suficiente para as coisas acontecerem. Mesmo com muito desejo, vontade e até alguns esforços as pessoas continuam tendo dificuldade de parar de fumar, perder peso, ganhar dinheiro, salvar o casamento e resolver minimamente os problemas do dia-adia.

Desejo não basta. Gritar no ouvido da pessoa durante o fim de semana dizendo “tenha atitude, tenha atitude!” não fará com que ela mude e faça algo diferente na segunda-feira. Ao longo de 20 anos estudando, pesquisando e experimentando ferramentas e técnicas sobre o comportamento humano, a conclusão a que chegamos é: é necessário três elementos para a mudança: desejo – força fundamental no processo de mudança e melhoria pessoal; saber como provocar e produzir esta mudança e a construção da permissão em um nível inconsciente.

Estas são as chaves para que a mudança ocorra de forma saudável e consiste. Permissão: esta provavelmente a mais importante descoberta sobre processos de mudança pessoal dos últimos tempos.

Mas sobre este assunto, vamos abordar na Parte II deste artigo.

Marcos Brasil Moraes, Master Trainer em PNL e Coach da Escola Livre para o desenvolvimento humano.

Treinamentos, Coach, Coaching, PNL

Você acredita em Coaching?

Eles acreditam…

“Eu sou completamente favorável a essa ferramenta. Coaching é uma relação de desenvolvimento, na qual coach e coachee estabelecem mudanças comportamentais necessárias, identificadas pela organização – que são acordadas entre coach, coachee e a empresa (incluindo o RH), capazes de melhorar a performance do coachee. Os resultados de melhoria de performance e ajuste de atitude devem ser observáveis a curto e a médio prazo. Ao término do contrato, que tem tempo e objetivos claros do que se deseja atingir, o coachee deve estar pronto para agir. Na minha opinião, o coach pode ser interno ou externo à empresa. O interno tem a vantagem de entender a cultura, o contexto. Por meio da dedicação do seu tempo a essa atividade, ele demonstra para a companhia que desenvolvimento humano é prioridade e que todos os líderes, desde que bem-intencionados e bem preparados, são capazes de fazê-lo. O programa ganha força quando a organização prestigia os líderes que se saem melhor como coaches. O coach não precisa ser um técnico na área do coachee, já que o foco não é técnico, e sim comportamental, e deve ser capaz de fazer perguntas mais do que de dar respostas. Eu tive excelentes experiências com coaches internos que foram muito bem preparados para esse papel, portanto, recomendo. Acredito que depois da capacitação como coach interno, o executivo se torna um chefe muito melhor. Não se pode confundir o coaching com o mentoring, que estabelece um diálogo de desenvolvimento entre um profissional sênior ou que ocupa uma alta posição na hierarquia e alguém mais júnior. Espera-se que o executivo transfira um pouco de sua experiência ou inspire o mentee. Aqui a reflexão é mais importante que a ação. Para quem está pensando em implantar um programa de coaching, eu apenas recomendaria verificar a qualificação dos coaches externos. Eu tive ótimas experiências com consultoras com formação em psicologia, certificadas em metodologias de coaching. Porém, também tenho encontrado muitas pessoas bem-intencionadas, mas mal preparadas para esta tarefa.”
Paula Traldi, Diretora de RH da Novartis


“Em linhas gerais, s ou a favor d o coaching como ferramenta de gestão. É um processo em que se discute muito o autoconhecimento e acredito que as pessoas investem pouco nisso num ambiente que exige muito. Acredito que as grandes falhas corporativas ocorrem justamente por questões de atitude. Nesse caso, quando bem-feito, o coaching é bom porque o coachee vai ouvir as perguntas certas – e fica mais fácil encontrar as respostas. É importante dizer que o coach não dá as respostas e não deve direcionar. Na minha opinião, para que o processo seja eficiente é preciso: 1) entender se existe a necessidade de ter um coach para tal situação; 2) ter um briefing da empresa – saber o que a companhia espera do processo. O sucesso do coaching está no entendimento entre as partes; 3) estudar o caso antes para não correr o risco de confundir coaching com terapia. Muitos executivos estão com desequilíbrio de ordem psicólogica, e não profissional. Tem gente que acha que o coaching vai resolver todos os problemas dos executivos – do desequilíbrio ao mau feedback. Não dá para usar o coaching como fuga. A falha, muitas vezes, está em cima – de quem pensa em mandar todo o time para fazer um coaching. Não são raros os casos em que o chefe é quem precisa passar pelo processo, e não o subordinado.”
Fernando Moreno, Diretor de RH da Saint-Gobain Distribuição Brasil


“Sim, acredito no coaching como uma ótima ferramenta, desde que bem usada. É preciso saber claramente o que se espera do processo. Por isso, o contrato precisa ser bem acordado entre as duas partes – empresa e coach –, para não frustrar expectativas. O executivo é muito só e o coaching dá a oportunidade de trocar ideias, além de ajudar no seu desenvolvimento. É um processo muito interessante de crescimento para o profissional e, em alguns casos, até doloroso. Para a empresa é, sem dúvida, eficiente. Eu não acho que o coaching deveria ser aplicado apenas aos executivos. Os jovens da Geração Y e os trainees também deveriam passar por esse processo – já que falta, a muitos deles, maturidade. Acho fundamental também que o profissional aceite ter um coach e perceba a importância que isso pode trazer para sua carreira. Por isso também a empatia, a química, é muito importante entre coache e coachee.”
Leda Machado, Diretora de RH da Eaton

E você? Já está pronto para conhecer e integrar coaching em sua carreira, negócios e vida pessoal?

Fonte: Revista Voce Rh

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com

Pressupostos da PNL

Os pressupostos básicos da PNL são os princípios centrais que permeiam  sua filosofia orientadora, suas “crenças”. Esses pressupostos não tem a pretensão de se afirmar como verdade absoluta, são apenas guias orientadoras.

Os principais são:

O mapa não é o território.
Nossos mapas mentais do mundo não são o mundo. Reagimos aos nossos mapas em vez de reagir diretamente ao mundo. Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações, podem ser atualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo.

As experiências possuem uma estrutura.
Nossos pensamentos e recordações possuem um padrão. Quando mudamos este padrão ou estrutura, nossa experiência muda automaticamente. Podemos neutralizar lembranças desagradáveis e enriquecer outras que nos serão úteis.

Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também.
Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca ter se disposto a fazê-las. Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência vai lhe mostrar isso.

Corpo e mente são partes do mesmo sistema.
Nossos pensamentos afetam instantaneamente nossa tensão muscular, respiração e sensações. Estes, por sua vez, afetam nossos pensamentos. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.

As pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam.
Imagens mentais, vozes interrores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos, colocando-os depois nas nossas vidas onde quisermos ou mais precisarmos.

É impossível NÃO se comunicar.
Estamos sempre nos comunicando, pelo menos não- verbalmente, e as palavras são quase sempre a parte menos importante. Um suspiro, sorriso ou olhar são formas de comunicação. Até nossos pensamentos são formas de nos comunicarmos conosco, e eles se revelam aos outros pelos nossos olhos, tons de voz, atitudes e movimentos corporais.

O significado da sua comunicação é a reação que você obtém.
Os outros recebem o que dizemos e fazemos através dos seus mapas mentais do mundo. Quando alguém ouve algo diferente do que tivemos a intenção de dizer, esta é a nossa chance de observarmos que comunicação é o que se recebe. Observar como a nossa comunicação é recebida nos permite ajustá-la, para que da próxima vez ela possa ser mais clara.

Todo comportamento tem uma intenção positiva.
Todos os comportamentos nocivos, prejudiciais ou mesmo impensados tiveram um propósito positivo originalmente. Gritar para ser reconhecido. Agredir para se defender. Esconder-se para se sentir mais seguro. Em vez de tolerar ou condenar essas ações, podemos separá-las da intenção positiva daquela pessoa para que seja possível acrescentar novas opções mais atualizadas e positivas a fim de satisfazer a mesma intenção.

As pessoas sempre fazem a melhor escolha disponível para elas.
Cada um de nós tem a sua própria e única história. Através dela aprendemos o que querer e como querer, o que valorizar, e como valorizar, o que aprender e como aprender. Esta é a nossa experiência. A partir dela, devemos fazer todas as nossas opções, isto é, até que outras novas e melhores sejam acrescentadas.

Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa.
Faça qualquer coisa. Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre conseguirá o que sempre conseguiu. Se você quer algo novo, faça algo novo, especialmente quando existem tantas alternativas.

Assista esse divertido vídeo e tente identificar algum, dos pressupostos:

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com

Sete Mandamentos para um futuro…que seja seu!

Eu tenho atendido clientes em sessão de coaching e tem sido comum eles se darem conta de que as metas e sonhos que estavam buscando não eram deles, na verdade estavam passando uma vida inteira atrás (não é de se espantar que estavam atrás mesmo) dos sonhos não realizados de seus pais, depois dos amigos , enfim da sociedade de um modo geral!

Estes sete passos, podem ser um bom guia para uma vida congruente e feliz,  não se trata da verdade, aliás o que é a verdade mesmo? Mas, podem ser úteis se você der utilidade é claro!

Sete Mandamentos para criar um futuro, que seja seu!

1. O primeiro mandamento a ser seguido é:
“Responsabilize-se por onde você se encontra.”

2. O segundo mandamento a ser seguido é:
“Tenha claro seus valores”.

3. terceiro mandamento a ser seguido é:
“Escreva o que você quer”.

4. O quarto mandamento a ser seguido é:
“Remova memórias passadas não consistentes com o que você quer”.

5. O quinto mandamento a ser seguido é:
“Programe seu futuro criando memórias para seu futuro, em sua Linha do Tempo”.

6. O sexto mandamento a ser seguido é:
“Alinhe seus pensamentos com suas metas”.

7. O sétimo mandamento a ser seguido é:
“Execute tudo a 100%”.

Bibliografia : Criando seu futuro com sucesso, James, Dr. Tad
Editora EKO , Blumenau 1993 Pág. 13 e 14

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com

Técnica PNL , Gerador de Novos Comportamentos

Quantos segundos se passam  antes de você explodir?

Depois de um comportamento desagradável, você se dá conta que não deseja mais se comportar dessa forma, e como fazer para mudar?

Palavras ao vento tem uma velocidade incrível e impacto maior ainda, e uma vez proferidas , lamento é tarde recuperar o relacionamento é assunto para muita terapia. Mas, será que dá para controlar evitar , e até mesmo mudar esse comportamento em uma próxima vez?

A técnica abaixo irá ajudá-lo a compreender seu comportamento e a criar um novo comportamento!

1. Imagine que você está se vendo no início do incidente, como se estivesse assistindo à repetição da cena numa fita de vídeo. Observe e ouça a si mesmo e às outras pessoas, com muita atenção. Identifique a primeira coisa que não lhe agrada e dê uma pausa no seu vídeo mental.

2. Pergunte-se: “O que seria mais efetivo aqui para atingir o objetivo que eu pretendia ?” Veja esse comportamento alternativo em seu vídeo mental e verifique se ele é satisfatório para você. Então, veja-se com esse comportamento.

3. Agora, imagine que você está entrando naquele “você” do vídeo, que acabou de ensaiar as novas atitudes. Entre em seu vídeo mental e aja da nova maneira que você decidiu que seria a melhor. Vivencie-a tão completamente quanto puder, vendo, ouvindo e sentindo-se de volta àquela situação. Desfrute como teria sido agir daquela maneira.
Enquanto você representa, verifique novamente se dá certo. Se você descobrir que alguma coisa ainda está errada, saia, pense em outra alternativa, observe a si mesmo utilizando-a e refaça todo o processo, até ficar completamente satisfeito a partir dos dois pontos de vista: o seu ponto de vista observando a si mesmo e realmente agindo daquela maneira.

4. Finalmente, pergunte-se: “Como saberei quando fazer aquilo que acabei de ensaiar?”, e identifique exatamente o que você veria, ouviria e sentiria, interna ou externamente, que atuará como um sinal automático para utilizar esse novo comportamento que você acabou de criar. A próxima vez que surgir uma situação semelhante, você estará preparado para ela; a nova escolha estará mentalmente ensaiada e disponível.

Quando terminar, guarde o seu vídeo mental em algum lugar seguro e esqueça-o.
Você não percisa restringir esse processo ao treinamento. Utilize-o em qualquer incidente insatisfatório em sua vida cotidiana, até ele se tornar automático. Esse é um processo geral que pode ser usado para aprender com aquilo que aconteceu, e para ensaiar mentalmente o que ainda não aconteceu.

Bibliografia :  Treinando com a PNL , O’Connor, Joseph Seymour, John , Summus Editorial , São Paulo 1996 Pág. 120 e 121

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com

Descubra sua zona interior de excelência! -Robert Dilts

Mesmo durante uma crise, nós temos escolhas. Ou descobrimos a nossa “zona interior de excelência” e nos reenergizamos conectando com a nossa força interna, ou retornamos às estratégias de sobrevivência que no futuro enfraquecerão a nossa posição.

A zona interior de excelência é uma parte importante do que é conhecido como o “jogo interior” dos negócios. O conceito de “jogo interior” foi desenvolvido por Timothy Gallwey como uma maneira de ajudar as pessoas a alcançarem a excelência em vários esportes (p.ex., tênis, golfe, esqui, etc.), na música e também no treinamento em negócios e administração. O fundamental para o jogo interior é a nossa capacidade de permanecer num estado de alto desempenho quando enfrentamos circunstâncias difíceis.

Muitos desafios se apresentam nos nossos negócios: medo do desconhecido (p.ex., o que vai acontecer amanhã?), de lidar com a perda (p.ex., perder um membro da equipe) e um senso geral de vulnerabilidade (p.ex., como eu posso ter sucesso apesar das circunstâncias desfavoráveis?). Isso pode nos mergulhar em estratégias de sobrevivência inúteis: ataque, fuga ou imobilidade. Isso frequentemente resulta em regressão ou apatia temporária.

Por outro lado, nós podemos nos focar na nossa “zona interior de excelência” e sentir:

- Nenhum receio de fracassar ou de ansiedade com respeito a realização das nossas metas.

- Um estado de concentração ampliada na mente e uma disposição relaxada no corpo.

- Um desempenho vindo sem esforço e sem ter que pensar sobre ele.

Como exemplo, eu estava treinando um homem que era vice-presidente de um grande banco internacional. Durante diversos anos, ele foi encarregado de um grande projeto no qual havia investido muito tempo, energia e emoção. Porém, recentemente, a alta administração havia começado a fazer mudanças no projeto de tal maneira que o homem achava que estavam tomando o rumo errado e aquilo não combinava com os valores dele. Chegou a um ponto em que ele marcou uma reunião com o conselho dos diretores para tentar colocar o projeto de volta nos trilhos. Se eles não fizessem alguns ajustes essenciais, ele se sentiria compelido a deixar a empresa.

Na verdade, a posição dele estava em risco e ele, claramente, precisava “jogar o jogo” da sua carreira. Contudo, nas vezes anteriores em que esteve na frente do conselho de diretores, ele sempre havia se esforçado muito, porém sem sucesso. Em suas palavras, a atmosfera ficava tão “pesada” que ele se sentia tenso, contraído, constrangido e incapaz de se expressar com facilidade. Ao ajudá-lo a praticar como descobrir e conhecer a sua zona interior de excelência, ele ficou apto a se sentir confiante e calmo e a fazer uma apresentação clara, atraente e carismática para o conselho. Como consequência, ele foi capaz de salvar o seu projeto, a sua integridade e, no final das contas, a sua carreira.

Um simples exercício pode ajudá-lo a descobrir a sua “zona interior de excelência”. Você pode fazer esse exercício sozinho seguindo os 6 passos abaixo:

Treinamento Practitioner em Programação Neurolinguistica em Uberlandia

1. Sente ou fique de pé numa posição confortável, com os dois pés no chão e com a sua coluna ereta, porém relaxada (i.e., “no seu eixo”). Verifique se a sua respiração está regular e abdominal. (Respiração superficial, curta ou rápida localizada na parte superior do tórax indica que você está num modo estressado.)

2. Conduza a sua atenção para a sola dos seus pés (i.e. coloque a sua “mente” nos seus pés.). Torne-se consciente do universo de sensações existentes na parte inferior dos seus pés. Sinta a superfície dos seus calcanhares, dos dedos, do peito e do arco dos pés.

3. Comece a expandir a sua consciência para incluir a realidade física (o espaço tridimensional) do seu pé e então vá subindo pelas pernas, joelhos, coxas, pélvis e quadris. Torne-se consciente do centro do seu abdome e diga a você mesmo: “Eu estou aqui”.

4. Permanecendo consciente da parte inferior do seu corpo, mova a sua consciência pelo seu plexo solar, coluna, pulmões, caixa torácica e peito. Foque no centro do seu coração e diga a você mesmo: “Eu estou aberto, disponível”.

5. Expanda a sua atenção movendo-a pelos seus ombros, pela parte superior dos braços, dos cotovelos, da parte de baixo dos braços, dos punhos, das mãos e dos dedos, e para cima pelo seu pescoço, garganta, rosto, cabeça e cérebro. Conduza a sua consciência para o centro da sua cabeça, atrás dos olhos, e diga a você mesmo: “Eu estou desperto. Eu estou alerta e lúcido.”

6. Permanecendo em contato com as contínuas sensações físicas no seu corpo e nos três centros, torne-se consciente de todo o espaço acima de você, alcançando o céu, todo o espaço abaixo de você, indo até o centro da Terra; todo o espaço à sua esquerda; todo o espaço à sua direita; todo o espaço atrás de você; todo o espaço à sua frente. Diga a você mesmo: “Eu estou pronto”.

E então conseguiu perceber algo que não tinha percebido antes? Normalmente, neste exercício temos insights de nosso inconsciente que nos ajudam a perceber as melhores escolhas, entender o processo e resignificar a situação de maneira a dirigir nosso foco para nossos objetivos mais relevantes!

Dia 16 de setembro de 2011, começaremos mais uma jornada para desvendar os mistérios do cérebro, você é nosso convidado para fazer o Practitioner em PNL em Uberlândia. (Clique aqui para saber mais)

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Fonte: Robert Dilts é desenvolvedor e especialista no campo da Programação Neurolinguística (PNL). Ele tem reputação global como um dos principais treinadores de habilidades comportamentais e consultor de empresas desde o final dos anos 70. Robert já proporcionou coaching, consultoria e treinamento em todo o mundo para uma variada gama de indivíduos e organizações.

Este artigo de Robert Dilts foi publicado em fevereiro de 2009 sob o título During a Crisis, Find Your “Inner Zone of Excellence” no site Disruptive Innovation de Benoit Sarazin.

O que o impede de realizar seus sonhos?

Durante uma  palestra realizada pela Escola Livre de Uberlândia com o prof. Marcos Brasil Moraes em Uberlândia foram abordados  temas que não poderiam ser mais atuais e comuns a todos nós, Aprendizagem e Medo!

O que aprendemos desde muito jovens, determina nossa trajetória, somos seres incríveis e podemos aprender algo novo á qualquer momento e o que fazemos com esse conhecimento pode modificar nossa história, nenhum outro organismo vivo neste planeta pode fazer o mesmo, não de forma consciente!

O que é certo? O que é errado? Quem pode afirmar?

Sendo quem você é, dotado dos recursos que já possui o que você quer conquistar?

O que te impede?

Este sonho é realmente seu? Ou é uma imposição da sociedade?

Você é  dono de seu destino? Está assumindo o controle de sua vida?

Assista ao vídeo exibido no evento:

Faça Programação Neurolinguística em Uberlândia, clique aqui!

Liberte sua mente!

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com

Palestra gratuita – PNL 3 Geração!

Venha conhecer a PNL da Terceira Geracao

É isso aí pessoal acontece hoje venham conhecer a PNL de 3º geração, vagas limitadas!

Porque contratar treinamento seguido de coaching?

Escrito por Rafael Kaysel

Segundo estudo do Public Personal Management Journal (F. Turner, Ph.D. CEO Refresher 2001), profissionais que participam de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aqueles que tiveram Coaching, após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

O Training and Development Journal publicou um artigo mostrando a diferença de treinamentos seguidos de  coaching e os que não são. As pessoas que participaram de treinamento, mas  não receberam coaching com foco nos novos comportamentos ou idéias treinadas, a  tendência é diminuir rapidamente a aplicação do que foi aprendido, até  eventualmente voltar aos mesmos hábitos que tinha antes.

As causas disso são:

• A tendência natural do cérebro humano a continuar a fazer o que já está       neurologicamente programado.
• A natural ansiedade gerada pela tentativa de implementação de novos métodos ou hábitos.

ROI: Segundo pesquisas independentes da PricewaterhouseCoopers e Association Resource Centre Inc., empresas que usam ou usaram Coaching tiveram um Retorno médio sobre o Investimento (ROI) 7 vezes maior do que o investido e os clientes individuais relataram um retorno médio de 3,44 sobre o investimento

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Pedro Fantini, é Coach Profissional certificado pela Sociedade Latino Americana de Coach, Máster em PNL , Empresário da área de TI e entusiasta por Empreendedorismo tendo participado da equipe Empretec Sebrae de MG. – www.pedrofantini.com